Arquivos viagem | Lugares Viagens https://lugaresviagens.com.br/tag/viagem/ Uma Volta ao Mundo Thu, 16 Oct 2025 18:52:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 Sintra: a vila portuguesa de conto de fadas https://lugaresviagens.com.br/sintra-o-que-fazer/ https://lugaresviagens.com.br/sintra-o-que-fazer/#respond Fri, 18 Aug 2023 11:26:33 +0000 https://lugaresviagens.com.br/?p=7142 Palácios riquíssimos, castelos magníficos, bosques, parques, jardins, igrejas, quintas espalhadas entre montanhas. Litoral adornado por altos penhascos. Sintra é o destino perfeito para adentrar ainda mais nos encantos que Portugal oferece. Saindo de Lisboa, a quase uma hora dali um passeio bate e volta para a pequena, histórica, bucólica e charmosa localidade é uma ótima pedida. Mais

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Palácios riquíssimos, castelos magníficos, bosques, parques, jardins, igrejas, quintas espalhadas entre montanhas. Litoral adornado por altos penhascos. Sintra é o destino perfeito para adentrar ainda mais nos encantos que Portugal oferece. Saindo de Lisboa, a quase uma hora dali um passeio bate e volta para a pequena, histórica, bucólica e charmosa localidade é uma ótima pedida. Mais que as fortalezas, a natureza torna a paisagem ainda mais sedutora e transforma a cidade, de clima ameno e temperado, um lugar querido pelos turistas.

Com um jeitão clássico e mágico de uma cidade medieval, a Vila de Sintra detém o título de Patrimônio Mundial e Paisagem Cultural, pela Unesco, desde 1992. Pelas ruazinhas, o testemunho de momentos importantes da história de Portugal. A ocupação humana da região remonta ao período neolítico e à Idade do Bronze. A cidade vivenciou também a ocupação romana nos anos antes de Cristo e foi palco do domínio muçulmano no século 10, reconquistada depois pelos portugueses, no século 11.

Sintra é considerada vila, distrito de Lisboa, e é sede de um município que integra 11 freguesias (como grandes bairros) e se esparrama até o Oceano Atlântico. O lugar recebeu menção por escritores como Eça de Queirós, ícone romancista da língua portuguesa do século 19, que eternizou a vila em romances como o Primo Basílio, A Tragédia da Rua das Flores e a obra-prima Os Maias, de 1888.

O QUE FAZER EM SINTRA

PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS DE SINTRA

Palácio Nacional da Pena

Aninhado no topo de uma montanha, o Palácio Nacional da Pena exibe a beleza de uma composição colorida e vistosa. Não à toa o palácio, o mais visitado de Portugal, é considerado uma das sete maravilhas do país, título concedido em 2007. O projeto remonta ao século 19, por iniciativa do Rei Dom Fernando II. Foi moradia de reis e rainhas, e construído na área de um antigo convento. A arquitetura bebe na fonte do estilo romântico, com pitadas árabes, góticas e manuelinas. Por dentro, lindas salas, terraços e aposentos, com decoração escolhida pela realeza, com destaque para os azulejos. No exterior, a construção conversa com as rochas que se misturam em grutas, lagos e jardins.

Palácio Nacional de Sintra

Também chamado Palácio da Vila ou Palácio das Chaminés, o Palácio Nacional de Sintra fica no centro histórico da cidade, e é um expoente vivo da história de Portugal. As duas chaminés de 33 metros de altura, parte da cozinha, facilmente identificam o palácio. Por fora, as áreas interligadas por lindos pátios e jardins saltam aos olhos, mas é o interior, com a suntuosa decoração, o que mais chama a atenção. A construção data do ano de 1383 e, ao longo do tempo, assistiu a transformações, que foram aos poucos imprimindo novos traços arquitetônicos e artísticos de épocas distintas, resultando ao final em um conjunto que mescla diversos estilos. Os azulejos da arte mudéjar, combinação dos estilos artísticos cristãos e islâmicos, são um ponto de destaque. O palácio serviu ao usufruto da Família Real Portuguesa até ao final da Monarquia, em 1910. Uma visita que não pode ficar de fora da lista!

Palácio e Quinta da Regaleira

Um lindo palácio emoldurado por jardins e monumentos dispostos em uma região de mata, a Quinta da Regaleira é localizada em uma porção mais baixa de Sintra. Aí estão estátuas e diversas obras de arte, grandiosas áreas verdes e passagens subterrâneas. Uma torre invertida de 27 metros de profundidade, o Poço Iniciático é uma famosa atração da quinta. Está interligado a alguns túneis na base, por onde se acessam diferentes partes da propriedade. O lugar é fruto do desejo de Antônio Augusto Carvalho Monteiro, com a parceria do arquiteto e cenógrafo Luigi Manini. Mesmo em meio ao centro histórico, guarda peculiaridades que o distinguem de tudo o que está em volta. As instalações e os adornos são exemplos do estilo romântico revivalista com peças góticas, manuelistas e renascentistas, numa conjunção com aspectos de simbologia esotérica. Dizem que o local é cercado de mistérios – estaria relacionado a rituais da maçonaria e à Ordem dos Cavaleiros Templários.

Castelo dos Mouros

Em um dos locais mais altos da Serra de Sintra, o Castelo dos Mouros ostenta muralhas majestosas que se distribuem pelo sobe e desce da montanha. O castelo foi erguido pelos mouros no século 10 com o objetivo de barrar a entrada de invasores em Lisboa. Pelas torres e muralhas, os mirantes abrem a visão para a região ao redor, com planícies sem fim, a vila de Sintra e o Palácio da Pena. Aí também existe um espaço museológico destinado à arqueologia. O castelo, onde está a primeira capela cristã da região de Sintra, é considerado Patrimônio Mundial pela Unesco desde 1995.

Palácio de Monserrate

Testemunha dos ecletismos do século 19, o Parque e Palácio de Monserrate foi construído por iniciativa do milionário inglês Francis Cook. Está sobre as ruínas de uma capela do século 16. Reduto de um dos mais ricos jardins botânicos de Portugal, o lugar reúne obras de arte e os jardins abrigam espécies de diferentes partes do globo, dispostas por áreas geográficas.

Palácio de Seteais

Perto da Quinta da Regaleria, o Palácio de Seteais, edificado por um cônsul holandês no século 18, ressalta a arquitetura neoclássica e belos jardins por fora. Está em um terreno cedido pelo Marquês de Pombal. Agora, é de propriedade da empresa hoteleira Tivoli Hotels & Resorts. O público pode acessar gratuitamente o exterior e parte dos jardins, mas a entrada à porção interna é reservada apenas aos hóspedes.

Palácio Nacional de Queluz

Distante 12 quilômetros de Lisboa, no trajeto para Sintra, está o Palácio Nacional de Queluz, construção iniciada em 1747. Fica no concelho de Sintra que lhe dá o nome – Queluz. A fabulosa edificação é um dos últimos palácios em estilo rococó da Europa, onde também o barroco e o neoclassicismo têm seu lugar. Entre a segunda metade do século 18 e princípio do 19, foi utilizado pela Família Real e a corte portuguesa. Foi lá onde nasceu e morreu Dom Pedro I (conhecido como Dom Pedro IV em Portugal), o primeiro imperador do Brasil.

Convento dos Capuchos 

Uma construção que homenageia o jeito simples de ser. Ser diferente do que significa luxo e conforto é justamente o que dá graça ao Convento dos Capuchos, na Serra de Sintra. O convento franciscano, com suas dimensões pequenas e a singeleza da construção, é um contraste com as edificações majestosas da cidade, e por isso mesmo recebe uma atmosfera mística. A ação do homem conversa com as características naturais pré-existentes, a bonita vegetação e os grandes penedos de granito, formando o cenário do que era tido por seus residentes como uma “construção divina”. Envolvendo o edifício, o bosque preservado pelos frades que ali viveram é um dos mais emblemáticos representantes da floresta primitiva de Sintra. 

Chalé Condessa de Edla

No Parque da Pena, rodeado por um magnífico jardim, o Chalé Condessa de Edla pertenceu a Dom Fernando II e Elise Hensler, Condessa d’Edla – daí o nome. Erguido na segunda metade do século 19, ressalta o estilo alpino com a decoração que elege a cortiça como elemento ornamental, na composição que destaca ainda pinturas murais, estuques e azulejos. A área verde exibe a vegetação natural de Portugal e outras espécies oriundas de diferentes países.

Palácio Biester

Aninhado no coração de Sintra, em sintonia perfeita com a paisagem que faz a cidade referência do romantismo, o Palácio Biester foi construído nos últimos anos do século 19. O projeto leva a assinatura do arquiteto José Luiz Monteiro, e a decoração tem a chancela de artistas consagrados, como Luigi Manini e Leandro de Souza Braga, para citar apenas alguns exemplos. Ao redor, o parque botânico que envolve o palácio é reduto de exemplares arbóreos raros e exuberantes, zonas verdejantes e cursos d’água, com paisagismo de autoria do francês François Nogré.

Centro histórico

No centro histórico de Sintra, a Igreja de São Martinho conserva, por fora, os traços da primitiva construção, a igreja fundada por Dom Afonso Henriques. De origem românica, seguindo a hipótese de ter sido erguida na segunda metade do século 12, deu lugar a um templo gótico, durante o reinado de Dom Dinis (no século 13), como evidencia a lápide de Margarida Fernandes, com registros de 1334. Na Renascença e com o Maneirismo, passou por melhorias, antes de ser danificada pelo terremoto de 1755, que forçou a reconstrução, à época conservando o traçado setecentista. Por dentro, três pinturas sobre madeira de meados do século 16 são destaques. 

A Fonte Mourisca é um dos símbolos de Sintra. Carrega traços de estilo árabe e também fica perto do centro histórico do distrito português. Remete ainda à arquitetura modernista da década de 1920, ano de sua inauguração, e é obra do escultor José da Fonseca. Nas palavras do criador, o objetivo é “dignificar a água mais apreciada de Sintra”.

Por ali ainda, os Paços do Concelho de Sintra, ou Câmara Municipal de Sintra, sede do município, foram construídos entre 1906 e 1909 no local da antiga capela de São Sebastião, com projeto de Adães Bermudes. São classificados como Monumento de Interesse Municipal em Sintra desde 2011. As fachadas austeras, com janelas neo-manuelinas sobriamente decoradas, a torre imponente no alçado principal, arrematada pela cobertura piramidal coberta de azulejos, saltam aos olhos. No topo, majestosa, a esfera armilar. Ladeiam esta curiosa cobertura quatro outras de menores dimensões. O balcão, adornado por arcos de feição manuelina, e encimado por um frontão em que se inscrevem as armas municipais, é outro ponto alto. Por dentro, destaque para o claustro, cujos varandins do piso superior são uma rica referência neo-manuelina e renascentista.

Se a ideia é um bate e volta de Lisboa, ou se tem dias livres para aproveitar tudo o que Sintra oferece, o centro histórico não pode ficar fora do roteiro. Além dos atrativos clássicos, a região é sempre movimentada e faz o passeio a pé pelas ruazinhas, lojas de artesanato e padarias valer a pena.

Sintra Mitos e Lendas

Os espaços dedicados à cultura em Sintra formam uma variedade de temáticas. Merece menção especial o centro interativo Sintra Mitos e Lendas, que convoca o visitante a percorrer o caminho do misticismo, dos segredos e romantismos que envolvem a vila, uma narrativa pela história, música e literatura. São 17 espaços que empreendem um rico diálogo entre realidade e ficção, lançando mãos de recursos de cenografia, multimídia e vivências sensoriais. O conjunto de ferramentas audiovisuais, hologramas, efeitos sensoriais, realidade aumentada e filmes 3D alça a experiência a várias dimensões.
A expedição inclui um elevador forrado com imagens da vila, ao som da floresta e com luzes reduzidas e, no ponto de partida da visita, tem-se a impressão de ter alcançado o cume da Serra de Sintra. Em outro momento, um narrador surge para contar o conceito das lendas e fala sobre o momento da Criação das Penhas – Lenda dos Cinco Altos de Nomes Iguais e Apelidos Diferentes de Sintra para, em outro piso, o visitante encontrar conversas sobre eventos históricos e outras lendas. Entre as narrativas, também as lendas do Túmulo dos Dois Irmãos e dos Sete Ais – aqui, é possível se tornar personagem de um jogo, correndo pelo bosque, desviando-se de obstáculos e apanhando alguns dos elementos associados à lenda. 

O centro também celebra os escritores que se deixaram encantar pela vila mágica de Sintra. São quadros de imagens animadas dos autores, com locução de suas experiências contadas em primeira pessoa. No espaço 4D, a dinâmica multissensorial é complementada por mecanismos de cheiro e vento, ao mesmo tempo em que é explicada a lenda da aparição de Nossa Senhora à rapariga muda que pastoreava um rebanho de ovelhas na serra.

Em outro pavimento, as aventuras seguem pela entrada em um túnel que simula o Poço Iniciático, a experiência imersiva de estar a bordo de um barco, a ver o Adamastor, enquanto os visitantes são envolvidos pelas ondas do mar. Cenografias e hologramas recriam o universo pagão onipresente nas lendas e mitos, através da natureza, animais e fadas. A visita termina com a magia do verde, ao som da floresta.

 

Elétrico de Sintra

Tomar o Elétrico de Sintra é descobrir todo o romantismo do século passado. A viagem entre a serra de Sintra até Colares é algo a ser desfrutado. O caminho rodeado pela vegetação e o mar logo ali tornam essa uma experiência em particular. É também voltar ao passado de Lisboa. O percurso tranquilo termina na Praia das Maçãs, e o traçado sinuoso, com a visão descortinada para a paisagem, é um convite à contemplação.

A construção teve início em 1902 e passou por um período histórico atribulado. Nada que fizesse o passeio perder o encanto. Os tróleis antigos mantêm a atmosfera romântica e elegante, e a descida da serra proporciona oportunidades fotográficas e panorâmicas únicas. Pela rota campestre, com declive de 190 metros, o percurso lento e calmo faz apreciar ainda mais o modo original de viajar. 


Cabo da Roca

Um marco, um mirante e um farol são os lugares de visitação do Cabo da Roca, penhasco à beira mar, com 140 metros de altura, que é a porção mais ocidental de Portugal continental e da Europa continental. Dali se avistam lindas paisagens adornadas por altos penhascos na costa sobre o Oceano Atlântico. O Cabo da Roca é parte do Parque Natural de Sintra-Cascais. O farol, com 22 metros de altura, está a 165 metros acima do nível do mar, e sua luz alcança até 48 quilômetros de distância. Ao entardecer, um espetáculo natural.

 

Museus

O Museu Anjos Teixeira é dedicado às obras dos artistas da família Anjos Teixeira – o pai, Arthur, e o filho, Pedro. No News Museum, uma proposta interativa para percorrer a história da comunicação até a contemporaneidade. Já no Museu das Artes de Sintra, a vez é para as esculturas e obras dedicadas ao modernismo. A lista ainda inclui o Museu de História Natural de Sintra, a Casa-Museu de Leal da Câmara, o Museu Ferreira de Castro, entre outros.

 

Vila Sassetti

A Vila Sassetti, no caminho para os castelos situados no pico da Serra de Sintra, figura na lista de patrimônios da cidade pela Unesco. Tanto pelo edifício em si, como pelos jardins, vale a visita. A história da Vila Sassetti começa em 1885, quando Victor Carlos Sassetti decidiu construir uma casa de verão baseada nos castelos da Lombardia. E, para desenhá-la, convidou Luigi Manini, o mesmo arquiteto responsável pela Quinta da Regaleira. Aos poucos, a vila passou por processos de revitalização e, hoje, chega a receber 20 mil visitantes por mês.

 

Azenhas do Mar

Do alto, ver o mar batendo forte nos rochedos é um momento de contemplação para quem chega em Azenhas do Mar, vila localizada no alto de um penhasco à beira mar na costa de Sintra. No verão, tomar banho na piscina em sua base é uma diversão imperdível!

 

Praias

Para quem gosta do mar, dá para aproveitar o passeio a Sintra para conhecer algumas praias na região. A Praia da Adraga, a Praia de São Julião e a Praia Grande são três opções da lista, que inclui ainda a Praia das Maçãs – a ida para essa leva cerca de 45 minutos pela serra, a bordo de um bondinho charmoso. Já a Praia de Azenhas do Mar é reduto de bons restaurantes com vista para as águas.

 

ONDE COMER EM SINTRA

Quando o assunto é o que vai à mesa, Sintra guarda duas importantes tradições gastronômicas: os Travesseiros de Sintra, pastel doce recheado com creme de ovos, amêndoas e açúcar (também há versões com recheio de maçã ou de chocolate) e as Queijadinhas que, envoltas por uma massa crocante, têm recheio à base de queijo, açúcar, ovos, farinha e canela. 

Doceria Piriquita

Uma das opções para provar os doces, que acompanham bem um chá ou café, é a Doceria Piriquita, que tem mais de uma unidade na vila. No estabelecimento, também os pastéis de Cruz Alta, que homenageiam o ponto mais alto da serra, são protagonistas no cardápio.

Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sapa

As Queijadas também são estrelas na Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sapa. A carta de culinária portuguesa, além das iguarias, oferece torta de chocolate e bolo inglês, que vão bem com um chá, café, chocolate quente, e até mesmo um bom vinho. A decoração esmerada e o tom caseiro engrandecem a experiência no café. 

Tascantiga

Para o almoço e jantar, a parada obrigatória é na Tascantiga, restaurante de tapas e petiscos no centro histórico de Sintra. Um projeto familiar que nasce de uma grande paixão pela cozinha e pelos sabores de Portugal. Um caminho iniciado em 2016, com o pretexto de petiscar o melhor que a gastronomia portuguesa tem para oferecer. E com toda a identidade do chef Vitor Paes, que reinventa as receitas clássicas da terrinha, evidenciando sempre uma apresentação original, em que os detalhes sensoriais fazem as delícias dos clientes. Além do salão para receber os convidados, está uma esplanada com vista privilegiada para o Palácio Nacional de Sintra e para o Castelo dos Mouros. O lugar perfeito para comer e partilhar. 

Gelato Della Linea

Na hora da sobremesa, imperdíveis são os gelatos da Gelato Della Linea, que certamente vão agradar os amantes dos bons sabores. Desde a recepção carinhosa, simpática e amável pelos funcionários, até a variedade das gostosuras, tudo vale a pena. Com o paladar das frutas pronunciado, a qualidade dos gelatos é um ponto a destacar.

 

ONDE FICAR EM SINTRA

Vila Galé Sintra Resort Hotel, Conference & Spa

Em plena Várzea de Sintra, rodeado de zonas verdes e com uma deslumbrante vista para o Palácio da Pena, o Vila Galé Sintra Resort Hotel, Conference & Spa diferencia-se pelo conceito pensado para famílias. Os pequenos podem divertir-se no carrossel, no parque de trampolins, na piscina com escorregas ou visitar a horta pedagógica. Já os adultos podem relaxar na piscina ou se exercitar. 

O hotel cinco estrelas tem 146 quartos, dois restaurantes, bares, biblioteca, piscinas interior e exterior, spa e área de fitness com campo de tênis, salas de reuniões e salão de eventos.

A localização é outro atrativo do hotel, que está a poucos minutos do centro da vila, e muito próximo da Praia da Adraga, das Azenhas do Mar, da Praia das Maçãs, da Praia Grande e do Cabo da Roca.

O Vila Galé Sintra inclui ainda apartamentos turísticos e unidades para venda direta.

 

COMO CHEGAR EM SINTRA

Sintra está distante 40 minutos de Lisboa, a cerca de 30 quilômetros. O acesso é por via pedagiada e, com algum tempo a mais de viagem, também por estradas sem pedágio. Há boas opções de transporte público. Uma boa ideia para sair de Lisboa até Sintra é, dessa forma, o trem. As linhas saem diariamente da Estação Ferroviária do Rossio, geralmente a cada 15 minutos, e também da Estação Gare do Oriente, a principal estação de trens interurbanos de Lisboa.

A distância entre Gare do Oriente e Sintra é 24 quilômetros, e a distância pela estrada é de 33 quilômetros. Partindo de Gare do Oriente para Sintra, existem quatro opções de rota: trem, ônibus, táxi ou carro. A forma mais barata é tomando a linha de trem 18200 e o percurso leva, em média, 47 minutos. O táxi é a maneira mais rápida de fazer a viagem – são 24 minutos. A viagem de ônibus leva 1 hora e 5 minutos.

Também há possibilidade de ir para Sintra em um tour organizado (em Lisboa, são várias as agências que oferecem o passeio), e existe a opção de ir de carro. No entanto, costuma ser bem difícil conseguir vagas de estacionamento na cidade.

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Toledo: a cidade medieval dos cristãos, judeus e muçulmanos https://lugaresviagens.com.br/toledo-o-que-fazer/ https://lugaresviagens.com.br/toledo-o-que-fazer/#comments Fri, 04 Aug 2023 13:01:31 +0000 https://lugaresviagens.com.br/?p=6899 A fascinante Toledo, na Espanha, é Patrimônio da Humanidade da Unesco desde 1987. O título faz jus às suas heranças culturais e a rica história. Toledo é chamada a "cidade das três culturas", já que por muito tempo foi lugar de convivência harmônica entre cristãos, judeus e muçulmanos, um aspecto até hoje percebido pela presença

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A fascinante Toledo, na Espanha, é Patrimônio da Humanidade da Unesco desde 1987. O título faz jus às suas heranças culturais e a rica história. Toledo é chamada a “cidade das três culturas”, já que por muito tempo foi lugar de convivência harmônica entre cristãos, judeus e muçulmanos, um aspecto até hoje percebido pela presença das igrejas, sinagogas e mesquitas, muitas com quase 1 mil anos de fundação.

Foi fortaleza de reis espanhóis, assistiu a embates contra romanos e árabes, é polo de manufatura de aço, com as celebradas facas e espadas. Outra atividade característica da cidade é a produção de cerâmica e o artesanato, com destaque para os jogos de xadrez feitos à mão com personagens culturais e medievais.

A origem da cidade chega ao ano 192 A.C, quando foi ocupada pelos romanos. No século 6 foi tomada pelos visigodos, assim assumindo o posto de capital da Espanha Visigótica com o Rei Leovigildo, até a conquista ibérica pelos mouros no século 8. Foi em 1085 que o rei Afonso VI recuperou a cidade dos mouros e restabeleceu o controle da região, nesse momento elevada à posição de primeira capital da Espanha.

Até o século 16, foram anos prósperos, mas Toledo viveu uma época de declínio econômico depois que a corte espanhola mudou-se primeiro para Valladolid e, em seguida, para Madri, em 1561. A partir do século 20, a cidade recupera todo seu esplendor, agora celebrada como importante destino turístico.

As ruelas da região antiga de Toledo fazem o visitante voltar à Idade Média. Portões, castelos e pontes são testemunhas do tempo em que a cidade era uma das mais importantes da Europa. Os caminhos, que lembram um labirinto de subidas e descidas, são uma atração por si só, além dos monumentos propriamente ditos. 

Para quem gosta de caminhar, Toledo convida a passeios a pé. Os principais pontos podem ser conhecidos em um único dia, mas pelo menos um dia a mais faz a visita ainda mais rica.

Nascido na ilha de Creta como Domenikos Theotokopoulos, o pintor, escultor e arquiteto grego El Greco mudou-se para Toledo em 1577, onde viveu e trabalhou até sua morte. Hoje, é um personagem especial da cidade. Conhecer suas obras é um programa imperdível para quem aprecia a arte. Foi aí que o artista recebeu diversas encomendas e produziu suas pinturas mais conhecidas, como A Ascensão da Virgem (1577-1579) e O Enterro do Conde de Orgaz (1586-1588).

O QUE FAZER EM TOLEDO

PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS DE TOLEDO

Praça Zocodover

Principal praça de Toledo, a Praça Zocodover é parada obrigatória. O lugar conta a história da cidade, palco de touradas, manifestações culturais, onde estava um importante mercado do tempo dos mouros, que lhe deu o nome de origem árabe. Passando por ali, o turista pode respirar a agradável atmosfera das ruelas da cidade, experimentar os deliciosos doces de marzipan da confeitaria Santo Tomé, atravessar o arco do mais emblemático edifício da praça, encontrar Cervantes ou desfrutar de uma saborosa bomba toledana, preparação típica da gastronomia castelhana. A praça é hoje ponto de encontro, com lojas e cafés. Daí parte o trem que faz a visita panorâmica da cidade.

Sinagoga do Trânsito e Museu Sefardita

Sinagoga do Trânsito é como se conhece popularmente a Sinagoga de Samuel ha-Leví, amostra importante da arte hispano judia, localizada no coração do bairro judeu de Toledo. Erguida no século 14, é adornada com elementos mudéjares (tipo de arte e arquitetura cristã que incorpora influências do estilo hispano-muçulmano), belos traços geométricos, florais e inscrições árabes e hebreias. É um lugar que representa o rico patrimônio da civilização judaica. Durante o século 16, deixou de ser um hospital e asilo para se tornar exclusivamente uma igreja. 

Dentro da sinagoga, está o Museu Sefardita. A visita é um passeio pela história do povo judeu na Espanha desde a época romana até sua expulsão pelos reis católicos. O interior guarda preciosidades como objetos mesopotâmicos, moedas, contratos matrimoniais, utensílios litúrgicos, mapas, restos arqueológicos e funerários, maquetes, entre outros, além de uma biblioteca especializada e uma videoteca.

Catedral Primaz de Toledo

Uma das três catedrais góticas espanholas do século 13, a Catedral de Toledo, sede da Arquidiocese de Toledo, é considerada a obra magna desse estilo no país. Com projeto inspirado na Catedral de Bourges, na França, a obra aconteceu entre 1226 e 1493. Na arquitetura, também exibe características do estilo mudéjar. Foi construída com pedras de Olihuelas, sítio arqueológico perto de Toledo. 

Destaque para o magnífico altar barroco chamado El Transparente, construído por Narciso Tomé. O trabalho aproveita uma abertura na parte de trás da catedral e, quando a luz vinda da fenda no teto banha o interior, o altar, por alguns instantes, parece elevado aos céus. A catedral tem mais de 750 vitrais e é onde o rei de Portugal Sancho II está sepultado.

Museu de Santa Cruz

‌O Museu de Santa Cruz é um reduto de arte, arqueologia e etnografia. Situado no centro histórico de Toledo, exibe coleções de obras pertencentes à cidade, incluindo trabalhos de El Greco, que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha. O museu ocupa um edifício que, na arquitetura, é um importante representante do século 16, o antigo Hospital de Santa Cruz, tombado como patrimônio, desde 1902 bem de interesse cultural, e símbolo do estilo renascentista espanhol.

Museu dos Concílios e da Cultura Visigoda (Igreja de San Román)

Ícone de beleza e história, a Igreja de San Román, impulsora da atividade cultural de Toledo, abriga o Museu dos Concílios e da Cultura Visigoda. É uma viagem pela trajetória do antigo Reino Visigodo, cuja capital foi precisamente a cidade de Toledo. O acervo permite compreender esse período histórico da Espanha, que vai do século 5 ao século 8, perpassando o momento em que os povos godos invadiram a Península Ibérica logo após a queda do Império Romano, até quando os muçulmanos tomaram o território e conquistaram o Reino Visigodo, já decadente. 

Poucos monumentos da época visigoda resistiram ao tempo. Algumas igrejas localizadas em áreas rurais ainda guardam o conhecimento de sua arquitetura e elementos artísticos. A arquitetura religiosa desse povo lembra os modelos romanos e orientais, especialmente em relação às basílicas. No museu em Toledo, estão elementos ligados aos templos religiosos do período visigodo, caracterizados por desenhos geométricos ou vegetais, inspirados na decoração dos mosaicos romanos, e carregados de simbolismo.

Alcázar de Toledo

Construção edificada sobre rochas, primeiro uma fortificação, o Alcázar de Toledo está na porção mais alta da cidade. Ali existia um palácio feito no século 3, concebido pelos romanos, quando da dominação da Península Ibérica. Quando os espanhóis expulsaram os mouros, na chamada Reconquista, os reis Afonso VI e Afonso X decidiram por uma grande restauração e, em 1535, Carlos I fez do Alcázar de Toledo residência oficial dos reis da Espanha. À época da Guerra Civil Espanhola, no século 20, o Alcázar funcionou como ponto de defesa, e foi praticamente destruído pelos apoiadores da Segunda República, em um cerco de 70 dias. 

A Biblioteca Castilla-la Mancha, a mais importante da região de Toledo, está aí abrigada. Sua fundação, pelo rei Carlos III, leva ao século 18. Com a perseguição às ordens religiosas, a biblioteca passou a ser pública e, em fins do século 20, foi transferida para o último andar do Alcázar de Toledo, onde hoje também está o Museu do Exército. Inaugurado pelo Príncipe das Astúrias, rei de Espanha Filipe VI, o museu tem acervo composto por réplicas em miniaturas de batalhas, armaduras de vários países, armas como canhões, caixas enigmas decodificadoras dos códigos secretos alemães, entre outros elementos.

Museu El Greco

As obras de El Greco podem ser apreciadas nas igrejas, conventos e centros culturais de Toledo, mas a cidade também guarda o único museu especialmente dedicado ao pintor na Espanha. O Museu El Greco foi criado no início do século 20 pelo Marquês de Vega Inclán, um dos primeiros defensores da recuperação do trabalho do importante artista. Sua origem coincide com um movimento pela revalorização da obra de El Greco, assim como pela necessidade de reunir e expor algumas de suas criações, àquele momento em estado lamentável e dispersas pela cidade. 

Dessa forma, o marquês adquiriu casas em ruínas dos séculos 15 e 16 e, após revitalizá-las, destinou as construções para receber o museu. Supôs que as casas haviam sido morada do pintor, em pleno bairro judeu da cidade, mas não é verdade. Com isso, por muito tempo a instituição foi chamada Casa Museu El Greco. Na realidade, El Greco viveu no Palácio do Marquês de Villena, destruído em um incêndio. Tal palácio estava bem em frente ao museu, atualmente um jardim no qual foi erguido um monumento em homenagem ao artista. 

Com as casas reformadas, a ideia do Marquês de Vega Inclán foi recriar os ambientes e mostrá-los como a verdadeira residência do pintor, evocando sua personalidade, e esse trabalho acabou contribuindo para o surgimento do chamado “estilo espanhol” na decoração. A visita ao museu inclui os curiosos banhos medievais, descobertos durante a construção e, além do interior, vale passear pelos lindos jardins.

Real Colégio das Nobres Donzelas

Fundado em 1551 pelo arcebispo de Toledo e cardeal Juan Martínez Silíceo, o Real Colégio das Nobres Donzelas está localizado na praça dedicada ao cardeal. É um lugar não tão conhecido em Toledo, mas compensa a visita. É uma antiga escola para meninas e o projeto, cujos patronos foram o rei Filipe II e o arcebispo, tinha como finalidade promover a educação das jovens para serem boas mães. Ali ingressavam garotas entre sete e dez anos de idade, que permaneciam no instituto até o casamento. Caso ficassem solteiras, poderiam continuar ali. 

Instalado em 1554 na residência que pertenceu a Don Diego Hurtado de Mendoza, o colégio ostenta fachada de tijolo concluída no século 17. Ao longo do tempo, também incorporou o estilo neomudéjar e, depois, o neoclássico. Por dentro, beleza nas composições espaciais, e obras de relevante valor artístico. No centro da igreja, o lindo sepulcro do cardeal fundador, realizado pelo escultor Ricardo Bellver y Ramón, em 1890, assume posto de protagonista.

Igreja dos Jesuítas

A Igreja dos Jesuítas segue o estilo barroco do século 18. Abriga diversos templos de adoração e obras de arte magníficas. Sua origem remonta a mais de três séculos. Registros históricos dão conta de que está situada no local de nascimento de San Ildefonso, padroeiro de Toledo. Aberta para os cultos em 1718, preserva na capela-mor um retábulo original com afrescos, entre colunas e uma moldura pintada em perspectiva.

Os grandes retábulos barrocos, em cada lado da nave central, tornam a igreja um verdadeiro museu de esculturas. É testemunha da história da Companhia de Jesus, presente em Toledo há séculos. As grandiosas torres gêmeas, com mais de 50 metros de altura, oferecem ao visitante uma experiência única. Daí é possível apreciar uma paisagem privilegiada de Toledo.

Mosteiro de São João dos Reis

‌Com arquitetura de traço gótico isabelino, o Mosteiro de São João dos Reis, em Toledo, é uma das mais significativas amostras do estilo na Espanha. É tido como um dos mais bonitos templos góticos do país. Foi criado para ser o local onde seriam sepultados os reis católicos, e percorrer suas muralhas é absorver toda a história de que é detentor. O claustro do mosteiro é único na cidade. Em todos os quartos, distribuídos em dois andares, respira-se o silêncio que faz sair do burburinho da cidade para aproveitar momentos de calma. A vegetação exuberante, os tetos em caixotões… tudo leva à sensação de estar no paraíso.

Mesquita Cristo da Luz

A Ermida do Cristo da Luz é uma mesquita erguida no ano de 999, o monumento mais antigo de Toledo. É da época califal, como se chama a forma de governo islâmico que dominou a maior parte da Península Ibérica e do Norte de África, com capital em Córdoba, na Espanha. Pequena, mas cheia de arte e história, guarda diferenças e semelhanças com a grande mesquita de Córdoba, e é uma atração turística que não pode ficar fora da lista da visita a Toledo. Conta as particularidades da cultura islâmica da cidade. Fala sobre a conquista de civilizações que protagonizaram uma parte importante da história de Toledo, traduzida nos espaços da mesquita transformada em igreja.

Igreja de São Tomé – Enterro do Senhor de Orgaz

No centro histórico de Toledo, está a Igreja de São Tomé de Toledo, fundada depois da reconquista da cidade pelo rei Afonso VII de Castela. Dados históricos do século 12 registram a existência da igreja, cuja construção leva ao século 11, quando ocupou o lugar de uma antiga mesquita. Aí está a famosa pintura de El Greco, O Enterro do Senhor de Orgaz, para muitos a obra pictórica mais influente da história universal. A igreja é um dos espaços mais visitados na Espanha, de beleza que salta aos olhos. Os amantes da arte e da pintura encontram aí um lugar para se inspirar.

Igreja do Salvador

‌A Igreja do Salvador, concluída em 1159, é pequena, mas não se engane. É um edifício precioso, reconstruído quatro vezes sucessivamente, uma construção sobre a outra. Está em um dos eixos mais movimentados do centro histórico de Toledo, porém até mesmo muitos nativos desconhecem essa joia. Todas as civilizações que povoaram a cidade deixaram sua marca neste canto do bairro judeu. Um lugar único, enigmático e surpreendente, com destaque para a pilastra visigótica. A visita leva ao percurso pelo subsolo de Toledo e à descoberta dos segredos que guarda. De fato, um tesouro escondido.

Sinagoga de Santa Maria la Blanca

A Sinagoga de Santa Maria la Blanca é de estilo mourisco do século 12. Já foi a principal sinagoga de Toledo e, hoje convertida em igreja, é um dos edifícios mais emblemáticos da cidade. Tem salão com arcos em forma de ferradura e guarda nas colunas brancas um símbolo da identidade local, lembrando a história dos judeus há séculos. Refúgio de paz, a sinagoga leva para um outro tempo. A construção evidencia a cultura sefardita e o ótimo estado de conservação mostra a obra como era em sua origem. O lindo jardim circundante enriquece a experiência.

DICA

Uma dica de ouro para quem vai a Toledo é comprar a Pulseira Turística de Toledo, que pode ser adquirida pela internet por 12 euros, e dá acesso a sete monumentos: Igreja dos Jesuítas, Igreja do Salvador, Igreja de São Tomé, Sinagoga de Santa Maria la Blanca, Mosteiro de São João dos Reis, Real Colégio das Nobres Donzelas e Mesquita Cristo da Luz. A pulseira é pessoal e intransferível, e é uma vantagem para o bolso do viajante, já que, separadamente, a visita a cada um desses pontos turísticos custa em torno de 2,8 euros. Nós somos parceiros da Civitatis, uma empresa confiável e segura, que vende passeios no mundo inteiro. Comprando por esse link nós ganhamos uma pequena comissão e você nos ajuda a manter o blog.

ONDE COMER

Depois de conhecer os lugares históricos de Toledo, o turista pode escolher onde fazer suas refeições nos estabelecimentos pelas ruazinhas da cidade. Na Calle Rea del Arrabal, por exemplo, estão restaurantes de renome, como Valinor, El Tirador, Hacienda del Cardenal Restaurante, Virgen de La Estrella, Churreria Catalino, Cerveceria Tito Boa, Masamadre, El Penon, Jacaranda e muitos outros. 

A Praça Zocodover também está recheada de barzinhos, pubs, restaurantes e quiosques que podem ser a opção para almoçar, jantar ou para um lanche rápido. O local é movimentado, principalmente à noite, quando as cervejarias ficam abertas. Perto do Museu Alcázar, na Plaza Mayor, estão os restaurantes mais famosos de Toledo. Tem de tudo, para todos os gostos, na cidade conhecida por ser o berço do famoso guisado de carne.

ONDE FICAR

A região do Alcázar e da Praça Zocodover, no centro histórico, é a melhor para se hospedar em Toledo. A 200 metros da praça, está o Hotel Carlos V, boa opção de estadia. Ao lado do Alcázar, o Hotel Alfonso VI é também muito procurado. Ainda na praça, está o Hotel Domus, e uma alternativa para economizar é o Hostal la Posada de Zocodover, entre a praça e a catedral.

Há muita oferta de hospedagens espalhadas pelo centro medieval. Ainda na região histórica, nos arredores da catedral, estão, por exemplo, o Hotel Santa Isabel, a La Posada de Manolo, o Eurico e a Hospedaria Casa de Cisneros. Na região judia, na parte mais baixa do centro histórico, um pouco mais longe da Praça Zocodover, fica o Sercotel San Juan de los Reyes.

Se a ideia é gastar menos, nos arredores da Puerta de Bisagra, onde a cidade murada se une à cidade por fora dos muros, estão alguns hotéis baratos, como o Hotel Sol, o Hostal Sol e o El Hostal Puerta de Bisagra.

Fora da cidade amuralhada, mais distante dos pontos turísticos, o visitante tem à disposição outras hospedagens econômicas, como o Hostal Madrid e o Princesa Galiana, ao lado da estação de trem.

Com a melhor vista de Toledo, do outro lado do Rio Tajo, perto do Mirador del Valle, aberto para o lindo panorama do centro histórico, o Parador de Toledo é um dos hotéis mais refinados da cidade.

Nós somos parceiros da Booking.com, uma empresa confiável e segura, que reserva hotéis no mundo inteiro. Reservando por esse link nós ganhamos uma pequena comissão e você nos ajuda a manter o blog.

COMO CHEGAR

A distância de Madri para Toledo é de 58 quilômetros. A melhor maneira de ir de Madri para Toledo é de trem e leva 1 hora e 56 minutos. Custa a partir de 14 euros. Os trens que vão para Toledo partem de Madri pela estação Atocha. Saem de hora em hora, e o turista pode comprar por trecho, ou ida e volta. Com a segunda opção, fica mais barato. É possível adquirir as passagens pela internet, ou direto na estação. 

Como alternativa, a viagem também pode ser feita de ônibus, ou por empresas de turismo. O ônibus sai da região sul de Madri, na estação Plaza Elíptica, o percurso demora cerca de 1 hora e meia, e o valor da passagem é a partir de 6 euros. As excursões, com a vantagem do banco poder ser reservado pela internet, e com um guia de turismo no trajeto, tem o preço médio é de 27 euros e sai da Plaza de Oriente, que fica próximo ao Teatro Real, em Madri.

Outra opção é alugar um carro e fazer todo o trajeto com mais conforto e comodidade. Reserve pelo nosso link de parceiros e veja as melhores opções de locadoras da região, com diárias a partir € 25. 

 

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Serras, Parques, Praias, História, Arquitetura, Gastronomia e um sotaque tri legal vão fazer você se apaixonar pelo Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul é cheio de lugares incríveis para viajar, tanto é que já estive lá dez vezes. Tem o friozinho da Serra Gaúcha, as paisagens arrebatadoras dos Campos de Cima da Serra, a enogastronomia do Vale dos Vinhedos, a histórica região das Missões, a Costa Doce e o belo litoral.

Nesta matéria selecionei destinos imperdíveis para você se convencer de que o Estado vai muito além de Gramado. Seja para uma viagem de casal, com amigos ou com a família.

As cidades são maravilhosas, com canteiros impecáveis, ruas limpas, trânsito organizado, povo hospitaleiro, arquitetura européia, gastronomia farta e muitas atrações turísticas.

1. Experimente o legítimo churrasco gaúcho em Canela

Canela é um destino com muitos atrativos naturais e faz parte do roteiro de quem visita Gramado, afinal as cidades são emendadas. No fim do ano acontece o Sonho de Natal, e a cidade se transforma na terra do Papai Noel. São milhares de luzes, enfeites e espetáculos, que levam você para o fantástico mundo encantado do Natal.

Mas Canela tem atrativos para o ano inteiro, como a Catedral de Pedra, imponente Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes em estilo gótico, com 65 metros de altura e carrilhão com 12 sinos de bronze. A noite ganha iluminação especial.

O Alpen Park tem 60 mil metros quadrados com atrações de aventura como o imperdível trenó de montanha, a tirolesa, o arvorismo, e o quadriciclo.

O Terra Mágica Florybal conta com personagens folclóricos e místicos descobertos no circuito de trilhas. São mais de 40 atrações e mil esculturas, com destaque para o cinema 7D.

O Mundo a Vapor conta a história da Revolução Industrial e abriga diversas réplicas de máquinas que funcionam a vapor. Você pode ver o funcionamento de uma olaria, de uma fábrica de papel, entre outros. No final ainda tem passeio de trenzinho.

E os Bondinhos Aéreos, que ficam no Parque Estadual do Caracol e tem três estações interligadas. A Estação Central, onde o passeio começa e termina, e tem restaurantes e lojas; a Estação Animal, onde trilhas levam ao Espaço Esculturas que Falam, com 85 peças talhadas em madeira e que emitem sons ao serem manuseadas; e a Estação Cascata, que tem um mirante para a Cascata do Caracol, que despenca de 131 metros de altura.

Não saia de Canela sem ir à Noite Gaúcha na Churrascaria Garfo e Bombacha. Além de comer o melhor churrasco da região, com direito a muita costela no fogo de chão, tem apresentações folclóricas com música e dança.

Onde ficar em Canela

Canela tem diversos tipos de hospedagens e o hotel Laghetto tem uma localização excelente, no centro, próximo à rodoviária e perto de atrativos como a Catedral de Pedra.  

Catedral de Pedra, em Canela | @mardencouto @lugaresviagens

 

2. Aprecie as flores e a culinária alemã de Nova Petrópolis

Nova Petrópolis parece saída de um conto de fadas. Praças floridas, casinhas enxaimel e pessoas falando alemão na rua revelam a essência da cultura germânica, trazida pelos imigrantes na segunda metade do século XIX.  

O Jardim da Serra Gaúcha, como a cidade é chamada, tem apenas 20 mil habitantes e fica a 35 km de Gramado. É também a capital nacional do cooperativismo, por ter sido sede da primeira cooperativa de crédito da América Latina. 

O Esculturas Parque Pedras do Silêncio conta a história da imigração germânica por meio de uma linha do tempo montada com mais de 80 esculturas de pedras.

O Parque Aldeia do Imigrante reconstitui uma Aldeia Bávara, com capela, cemitério, escola, cantina, casa, venda, cooperativa, ferraria, sapateiro e estúdio fotográfico, tudo em estilo enxaimel.

A Praça da República, mais conhecida como Praça das Flores, é um deleite para os olhos. Procurar a saída no Labirinto Verde, uma cerca viva feita de ciprestes, é divertido. Fica ao lado da Rua Coberta, onde acontecem os principais eventos da cidade.

A loja Kukos é a coisa mais linda do mundo! São cucos e mais cucos do teto ao chão, dos relógios mais clássicos aos mais rebuscados.

A Cervejaria Edelbrau tem nove rótulos, um gastropub e visitação à fábrica. Experimente a refrescante Wit Bier, cerveja que leva mexerica e foi feita em homenagem a avó de um dos donos.   

A Mukli Alfajores tem os melhores alfajores da Serra Gaúcha. Prove o deliciosos milk shake de alfajor.

Para comer vá ao restaurante Colina Verde, que serve o melhor da gastronomia colonial (alemã, italiana e gaúcha), no qual um banquete é colocado a mesa e você pode repetir o que quiser. A panqueca de maçã quentinha encerra a experiência de forma doce.

Onde ficar em Nova Petrópolis

O Rothenburg Hotel é um ícone de Nova Petrópolis, um castelo enxaimel, amarelo e marrom, que preserva as tradições germânicas. Quadros do artista plástico Flávio Shcolles decoram o hotel e contam a história da colonização alemã na região. Os traços dos antepassados estão presentes também na culinária. O apfelstrudel servido no café da manhã é divino.

Nova Petrópolis | Foto @mardencouto @lugaresviagens

Nova Petrópolis | Foto @mardencouto @lugaresviagens

 

3. Conheça vinícolas e passeie de maria-fumaça em Bento Gonçalves

Bento Gonçalves é um paraíso para quem curte gastronomia, pois além das 80 vinícolas tem a culinária baseada na herança da imigração italiana na região. Uma das melhores épocas para se visitar a cidade é de janeiro a março, quando acontece a vindima e você pode até fazer a pisa das uvas! 

O roteiro Caminhos de Pedra tem casas de colonos, que foram revitalizadas e transformadas em pontos turísticos. O percurso possui sete quilômetros com 28 construções feitas de pedras e madeiras, originais do final do século XIX. Visite a Casa da Ovelha, a Casa da Erva Mate, a Cantina Strapazzon e almoce na Casa Ângelo.

No Vale dos Vinhedos conheça a linda Casa Valduga, que tem vinhos renomados, a Vinícola Miolo, uma das mais conhecidas do Brasil, a Vinícola Salton, a mais antiga de Bento Gonçalves, com mais de 100 anos de tradição, e a Vinícola Cristofoli,que possui um roteiro especial chamado Vinho e Paisagem

Faça o passeio de Maria-Fumaça, que liga a cidade à Carlos Barbosa, passando por Garibaldi. O trajeto é realizado numa locomotiva a vapor do século XIX. São 20 quilômetros, percorridos em duas horas. Antes do embarque, a dica é visitar o parque temático Epopeia Italiana, que conta a história da imigração italiana na região, a partir de 1875, em cenários imersivos.

E se você gosta de adrenalina, vá até o Parque de Aventuras Gasper, onde poderá praticar atividades radicais, como bungee jump, rapel, tirolesa, paintball, quadriciclo e muito mais.

Onde ficar em Bento Gonçalves

O Farina Park Hotel tem ótima localização e fácil acesso para os principais pontos turísticos da cidade. Com quartos amplos e confortáveis, tem ainda piscina adulto e infantil. No porão fica o charmoso restaurante Arte In Tavola, que serve pratos da culinária italiana, como a suculenta lasanha.

Maria-fumaça, que faz o trajeto entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa | Foto@mardencouto @lugaresviagens

 

4. Brinde a vida na capital brasileira do espumante: Garibaldi

Garibaldi é considerada a capital brasileira do espumante e tem até uma rota turística dedicada a bebida. De dois em dois anos acontece a Festa do Espumante Brasileiro (Fenachamp), no mês de outubro.

Quem visita a cidade não pode deixar de conhecer a Peterlongo, vinícola pioneira na produção da bebida no país. Ela tem mais de 100 anos e é a única fora da França que pode usar a denominação champagne.

Outro passeio imperdível é a Cooperativa Garibaldi, que fica bem no centro da cidade. Além da visita guiada você pode fazer degustação às cegas e a experiência Taça e Trufa.

A francesa Chandon também tem sede em Garibaldi desde os anos 1970. E super recomendo a visita, que tem degustação e é gratuita. O espumante rosé deles é super refrescante!

Mas nem só de espumantes vive Garibaldi, se você gosta de vinho vá a Don Laurindo. E se curte cerveja artesanal, visite a Leopoldina.

No Roteiro Passadas, você caminha pelos prédios históricos da cidade e fica encantado com a preservação do patrimônio arquitetônico. Para fazer compras vá até a encantadora rua Buarque de Macedo, que tem fiação subterrânea, fachadas centenárias e banquinhos ladeados por floreiras. 

No roteiro Estradas do Sabor, você conhece o interior da cidade, onde tem fazendas orgânicas e cantinas familiares, como famosa Osteria della Colombina.

Onde ficar em Garibaldi

O Hotel e Hostaria Casacurta tem arquitetura inspirada nos Chateuax do Vale do Loire, na França. Com decoração clássica e um toque provençal, o hotel butique foi todo restaurado e é pura elegância. A enogastronomia é um dos diferenciais do lugar, que possui uma extensa carta de vinhos e espumantes para harmonizar com os pratos servidos na Hostaria, que mescla as culinárias francesa, italiana e gaúcha.

 

5. Faça compras na megastore da Tramontina em Carlos Barbosa

Carlos Barbosa abriga a centenária fábrica da Tramontina e a T Factory Store, que é o sonho de consumo de todo mundo que ama cozinhar. São mais de dez mil itens espalhados por quatro mil metros quadrados. Tem utensílios e equipamentos de cozinha, móveis, ferramentas, materiais elétricos, veículos utilitários e eletros.

É conhecida também como a terra do queijo, por produzir mais de 40 tipos da iguaria e realizar a FestiQueijo. A Cooperativa Santa Clara agrega diversos produtores. Vale visitar a Granja Chicelero, que produz um dos melhores queijos coloniais do Brasil, e a Fetina de Formaio, que comercializa diversas opções.

A cidade é terra também da Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF), único clube brasileiro campeão mundial de Futsal pela FIFA. No centro Municipal de Eventos, casa do time, fica a loja Paixão Laranja, onde você pode comprar os artigos oficiais do clube.

Onde ficar em Carlos Barbosa

O Ibis Carlos Barbosa é minha dica de hospedagem na cidade. Com padrão internacional, ótima localização e preço baixo, o Ibis é sempre uma boa pedida. A gente sabe exatamente o que vai encontrar.

 

6. Descubra um Patrimônio Mundial da Unesco em São Miguel das Missões

A cidade guarda o Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo, que foi tombado como Patrimônio Mundial da Unesco e recebe turistas do mundo inteiro.

O lugar tem ruínas da igreja, do colégio, das oficinas, do cemitério, do cotiguaçu, do tambo e das casas dos índios. As construções datam de 1687 a 1756.

O espetáculo Som e Luz acontece toda noite, com projeção mapeada na fachada da igreja, contando a saga dos catequizadores jesuítas e dos índios guaranis, para a construção do local.

Tem ainda o Museu das Missões, a Fonte Missioneira, o Pórtico de São Miguel das Missões, a Fazenda da Laje, a Aldeia Guarani e o Ponto de Memória Missioneira. 

A região dos 7 Povos das Missões: São Miguel Arcanjo, São João Batista, Santo Ângelo Custodio, São Lourenço Mártir, São Nicolau, São Luiz Gonzaga e São Francisco de Borja é composta por 26 municípios na divisa do Brasil com Argentina e Paraguai.

Onde ficar em São Miguel das Missões

Na Pousada das Missões você fica imerso no mundo dos Guaranis e dos Jesuítas, através dos símbolos das culturas usados para ambientar todo o espaço. O lugar está a apenas 100 metros do sítio arqueológico e é conhecido também como Hostel Missões, pois possui opções de quartos coletivos.

 

7. Pegue onda e pratique esportes em Torres 

Torres é o principal destino de praia do Rio Grande do Sul. Atrai muitos turistas em busca de sol e mar e também de esportes ao ar livre. Lá fica a Ilha dos Lobos, única ilha marítima do litoral gaúcho e refúgio de lobos e leões marinhos.

O Parque Estadual da Guarita é o principal atrativo turístico da cidade. As torres basálticas se contrastam com o mar formando uma praia propícia para o surfe. As trilhas por cima do morro descortinam mirantes incríveis.

Além da Praia da Guarita, Torres tem outras quatro praias: a Itapeva, a Prainha, a Grande e a dos Molhes, onde é possível caminhar pelos Molhes da Barra e pela Ponte Pênsil, que liga o Rio Grande do Sul a Santa Catarina, sobre o rio Mampituba.

O Morro do Farol é a única das quatro falésias que está fora do parque. Também é o ponto mais alto da cidade, permitindo uma vista 360º de tirar o fôlego. Lá é ideal para observar as baleias francas e para voar de parapente.

O Festival Internacional de Balonismo de Torres é o maior evento do setor na América Latina e acontece sempre no mês de maio. São cinco dias com competições, shows e muito colorido no céu da cidade.

Onde ficar em Torres

A Pousada Ilha dos Lobos fica de frente para a Praia Grande, proporcionando uma vista incrível do pôr do sol. Tem sala de jogos, playground, quartos com varanda e café da manhã gostoso. 

 

8. Prove doces e encante-se com o patrimônio histórico de Pelotas

Conhecida como Princesa do Sul, Pelotas era a província mais rica do estado no século XIX, devido as charqueadas. Atualmente, é tida como a terra do doce, pois atrai visitantes para provar estas delícias, principalmente durante a Feira Nacional do Doce (Fenadoce), entre maio e junho.

Um passeio a pé pelo centro histórico rende belas fotos emolduradas pelos 1.300 prédios tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Passe pelo Mercado Central, Catedral Metropolitana São Francisco de Paula, Praça Coronel Pedro Osório e Fonte das Nereidas.

Outro atrativo são as fazendas produtoras de carne seca. A Charqueada São João oferece visita guiada, onde é contado todo o processo de produção e a história do lugar. Além de um passeio de barco pela propriedade.

Onde ficar em Pelotas

A Charqueada Santa Rita é uma fazenda histórica, datada de 1826, que se transformou em uma pousada de charme. O imponente casarão branco, de portas e janelas azuis, guarda quartos aconchegantes e finamente decorados com objetos de época. Não deixe de provar a suculento Carreteiro de Charque, servido no restaurante do hotel.

 

9. Que tal se hospedar em um glamping?

O Parador Cambará do Sul tem cabanas de lona ocre construídas em palafitas, na beira de um rio que corre lentamente, enquanto passarinhos cantarolam nas copas das araucárias que o circundam. 

Junto à recepção fica uma imensa sala com lareira, bar, sinuca e vidros que vão do chão ao teto, para destacar os campos de cima da serra ao fundo. Na Casa de Banho ficam os chuveiros, a sauna e uma jacuzzi compartilhada.

Para quem prefere ficar ao ar livre, um deck de madeira se estende sobre a grama, com poltronas convidativas para assistir ao pôr do sol tomando um chimarrão. Nas noites frias, a boa é se enrolar em uma mantinha e curtir o fogo de chão, tomando um vinho.

As aconchegantes cabanas tem cama queen com enxoval Trousseau, amenites L’occitane e varanda com rede. Toda noite a camareira faz o serviço de abre leito, e deixa bombonzinhos com a previsão do tempo para o dia seguinte!

O restaurante Alma, que fica no hotel, é divino, dos ingredientes à variedade e execução dos pratos. Todo sábado tem churrasco campeiro!

Um pouco mais sobre Cambará do Sul 

Cambará do Sul é a única cidade brasileira que possui dois parques nacionais: o Aparados da Serra e o Serra Geral, sendo portas de entrada para os deslumbrantes cânions Fortaleza e Itaimbezinho. As paisagens são de cair o queixo! Tanto é que já foi cenário de novelas, séries, filmes e comerciais. A região que faz divisa com Santa Catarina possui ao todo 68 cânions em 250 km de bordas, mas só alguns são abertos à visitação. Além dos cânions, tem a Cachoeira dos Venâncios, a Fazenda Sabores da Querência, o Passo do S, passeios à cavalo e de quadriciclo. 

parador casa da montanha

Parador Cambará do Sul | @mardencouto @lugaresviagens

 

10 – Hospede-se entre parreirais e tome banho de vinho, em Bento Gonçalves

Já pensou acordar, olhar pela janela e se deparar com um mar de parreiras? No Spa do Vinho Autograph Collection, em Bento Gonçalves, esta é a vista que se tem. O hotel fica no alto de uma colina e os 18 hectares de vinhedo cercam a sede, que tem arquitetura inspirada na Toscana, na Itália.

Este é o primeiro complexo de enoturismo do Brasil e lá você pode ter experiências incríveis, como uma harmonização com espumante, vinho rosé e vinho tinto de acordo com a mudança de cores do céu no pôr do sol ou um piquenique pelo parreiral.

A área de bem-estar com piscina térmica terapêutica, sauna úmida, caminho de pedras e solarium com vista para o Vale dos Vinhedos é um convite ao relaxamento. Não perca os tratamentos corporais e faciais com produtos à base de uva, como os banhos, massagens, esfoliações e hidratações.

Os apartamentos são inspirados nas antigas residências da região, que foi colonizada por italianos. O café da manhã está incluído na diária, assim como yoga, pilates, caminhadas e tênis. O restaurante serve suculentos cortes nobres preparados na parrilla, como galeto, entrecôte, assado de tiras e  carré de cordeiro. 

bento gonçalves

Bento Gonçalves | @mardencouto @lugaresviagens

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